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A irrelevância de um governante

por Helena Freitas, em 28.03.13

Numa altura em que Portugal devia estar bem mais adiantado no processo de planeamento e estratégia de investimento dos próximos fundos comunitários, sai o secretário de estado responsável pela sua gestão, para se candidatar a uma câmara municipal. Decisão legítima, naturalmente. Mas é mais uma demonstração da atitude que prevalece na decisão política em Portugal. Apetece dizer que talvez seja porque os governantes são as peças menos importantes em todo o esquema montado para encaminhar criteriosamente o investimento, colocando-o à mercê dos nomes que já estão escolhidos. Talvez seja essa irrelevância que liberta tão facilmente o governante do seu cargo, e que o faz partir com desejo de disputar um combate mais adequado à sua dimensão, aquela em que o poder parece ser de novo seu.

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publicado às 10:38





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